Criada em 07/07/2022 às 17h31 | Pecuária

Hoje com 12 mil, fazenda do oeste paulista trabalha para chegar a 20 mil bovinos confinados até 2023

Com o entendimento da importância da nutrição de qualidade dos animais para potencializar o ganho de peso do gado nos sistemas intensivos, pecuaristas do interior paulista investem na produção dos insumos para mitigar custos e controlar a qualidade do que é ofertado na dieta.

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Confinamentos do interior paulista investem em expansão e cuidado especial com nutrição e bem-estar animal, constata Confina Brasil (foto: Texto Rural/Divulgação).

Localizada em Presidente Venceslau, no oeste paulista, a Fazenda Reunidas, da Agropecuária Pau D’Alho, é uma propriedade que expande suas atividades gradativamente ao aderir às modernas tecnologias. "É impressionante o crescimento da fazenda. Há três anos a capacidade estática era de 1.500 cabeças, no segundo ano pulou para 7 mil e hoje já são 12 mil cabeças. A meta em 2023 é chegar a 20 mil animais confinados. Em apenas quatro anos, o salto será de quase 19 mil cabeças", destaca Raphael Poiani, zootecnista e analista de mercado da Scot Consultoria. Ele integra o Confina Brasil 2022, que aconteceu de 20 a 24 de junho, visitou 19 confinamentos distribuídos por 17 cidades do interior paulista.

A Reunidas usa a tecnologia como aliada e já adquiriu o RX 270 TechBull, da Casale, misturador de ração lançado na Agrishow 2022. O aumento de capacidade de lotação de animais, a produção própria dos insumos para alimentação do gado nas fazendas, a adoção de novas tecnologias e a preocupação com o bem-estar animal foram os principais destaques das visitas no Estado.

Com o entendimento da importância da nutrição de qualidade dos animais para potencializar o ganho de peso do gado nos sistemas intensivos, pecuaristas do interior paulista investem na produção dos insumos para mitigar custos e controlar a qualidade do que é ofertado na dieta.

Bem-estar animal

Destacando o bem-estar animal como prioridade, um confinamento em Tarumã (SP) trabalha para manter a limpeza dos ambientes e oferecer insumos de maior qualidade para a dieta do gado confinado. "A área coberta que comporta cerca de 1.000 animais é higienizada semanalmente. Nos currais abertos, a faxina acontece a cada duas semanas. O confinamento investiu fortemente em capacidade de armazenamento dos grãos. Como não há extrema necessidade de compra, o confinador pode ir ao mercado em momentos estratégicos, usufruindo de valor mais em conta", assinala Raphael Poiani.

A fazenda usa como base de nutrição o grão de milho úmido, que permite melhor absorção dos nutrientes pelos animais. A silagem é de produção própria, o que reduz o custo total da alimentação. (Com informações da Texto Comunicação)

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